Mercado do Futebol

A Chapa Santa Cruz do Povo, do candidato Fábio Melo, já tem possível técnico

O ano para o Santa Cruz acabou, mas só no campo. Agora, só o que houve no Arruda é falando sobre as eleições que decidirá o próximo mandatário Coral do próximo triênio. A Chapa do candidato Fábio Melo já tem um nome para assumir a comando técnico do time. Trata-se do jovem treinador Júnior Rocha, que estava no Luverdense/MT. Segundo informações apuradas pelo Mercado do Futebol as negociações estão avançadas e o treinador aceitou de forma rápida o projeto do Fábio Melo.

Dos quatro títulos da história do Luverdense – três Mato-grossenses e um da Copa Verde -, o atual técnico do time participou de três conquistas. Em 2009, como jogador, foi campeão estadual, ano passado também levantou a taça, mas dessa vez como treinador, e por último, o título da Copa Verde no comando do time. Após quatro anos a frente do Luverdense, o treinador foi demitido no final deste ano após ser rebaixado à Série C com o clube.

QUEM É JÚNIOR ROCHA?

Jovem de 36 anos, Júnior Rocha é um dos mais jovens do Brasil no cargo de treinador de futebol. Formado em Educação Física, o técnico aposta nos estudos e na disciplina para crescer na carreira. Júnior foi jogador de futebol e atuou como atacante, em uma carreira curta de 6 anos, entre 2005 e 2011. Ainda como jogador, atuou no Luverdense, Ulbra, 15 de Novembro e Novo Hamburgo.

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Júnior participou efetivamente da história do Luverdense. O clube mato-grossense foi fundado em 2004 e em 2013 estava na Série C do Brasileirão, ano do acesso à Série B, justamente com o comando de Junior Rocha. Além de ter atuado como jogador e encerrado a carreira no Luverdense, foi técnico e conquistou três dos quatro títulos da história da Luve.

“Quando eu parei de jogar em 2011, não queria mais ver bola, não queria mais viajar, não queria mais nada. Tinha um ‘dinheirinho’ guardado, pensei em só estudar, e quando surgisse algo interessante no meio da Educação Física, eu abraçaria. Deu dois meses eu enlouqueci sentindo falta do ambiente, sentido falta de buscar a superação todos os dias e comecei a ir atrás. Recebi oportunidades em clubes menores do Rio Grande do Sul e em um mês de trabalho eu descobri que era aquilo que eu queria. Larguei de novo a família e fui para o mundão da bola” disse o treinador.

Um costume do treinador é de nunca esconder a escalação, segundo ele é “frescura”.

“Desde que eu virei treinador eu não escondi nenhuma, o jogo é decidido ali dentro, a concentração do atleta é muito mais importante do que esconder escalação, eu acho isso uma frescura, o cara ter que esperar até 45 minutos antes pra saber, eu solto dois dias antes, não tem problema nenhum” afirmou.

(Partes da entrevista do treinador Júnior Rocha ao site Lance!)

 

 

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