Entrevista com o meia Arthur Rezende, do Santa Cruz

Revelado pelo Goiás, Arthur Rezende, de 23 anos, tem passagem por vários clubes como o próprio Goiás, Gil Vicente, Limassol e está, atualmente, no Santa Cruz. O meia, concedeu uma entrevista ao Mercado do Futebol, confira.

 

“Fala torcedor coral, estou confiante que esse ano vamos ter um ano vitorioso. Não vai faltar empenho e foco para alcançarmos os nosso objetivos juntos. Esperamos o apoio de vocês que são muito importante”, Arthur Rezende.

 

Revelado pelo Goiás, subiu ao profissional em 2015 e ficou por 2 temporadas no clube. Conte-nos como foi a experiência no Goiás.

– Foi uma experiência muito boa, minha primeira e segunda temporada no profissional, em um clube que fiz a minha base toda e que tenho um carinho grande, pude ser 2x campeão estadual.

 

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

 

Com 35 partidas pelo Gil Vicente, você foi o grande destaque. Como foi a temporada no clube português?

– Foi uma temporada muito boa profissionalmente e pra minha vida particular. Sair da zona de conforto e buscar novos desafios. Pude fazer minha primeira temporada na Europa. Me adaptei bem e graças a Deus fiz uma grande temporada.

 

No final da temporada do clube português, você foi contratado pelo AEL Limassol, onde disputou os play-offs da Euro League e algumas partidas do campeonato nacional. Quais melhores momentos você destaca no time do Chipre?

– No Chipre tive alguns momentos marcantes, nos play-offs da Europa League fizemos grandes jogos, e infelizmente saímos na 3 fase em um jogo que a arbitragem nos prejudicou muito. Com certeza isso ficou marcado.

 

Atualmente, defendendo o tricolor pernambucano, o que espera dessa jornada?

– Uma jornada de vitórias e de conquistas. Que nosso grupo possa conquistar títulos e voltar o Santa pra onde não devia ter saído.

 

Foto: Santa Cruz F.C

 

Em jogos passados com dois empates e uma derrota, o Santa ficou na lanterna do pernambucano. O que acha que falta para o time melhorar?

– Foram jogos que quem viu sabe que o cansaço devido à falta de tempo de um jogo para o outro, foi o principal motivo de não acontecer os resultados positivos. Com um tempo maior de preparação ainda temos que melhorar a coletividade e conhecermos melhor um ao outro.

 

Você atuou no futebol português, cipriota e brasileiro. Quais as diferenças entre cada país? Como foi a adaptação a cada cultura? O que pode ser retirado do futebol de lá para melhorar o futebol aqui no país?

– As diferenças são muitas, a cultura de Portugal muda poucas coisas da cultura brasileira, mais que fazem muita diferença. Já no Chipre a cultura e totalmente diferente. Me adaptei bem aos dois, minha maior dificuldade no Chipre foi a língua deles. Na parte do futebol e o que todos sabem a diferença do futebol europeu para o brasileiro, o futebol lá e mais coletivo, tático e rápido. Acho que trazendo essa parte tática que eles usam muito para o futebol brasileiro iria melhorar muito ainda.

 

O meia de criação é uma posição muito importante na resolução de jogadas e a articulação dos resultados. No entanto, aos poucos o camisa 10 está entrando em desuso, para você o atleta pensativo e objetivo vai se extinguir ou ainda será sempre preciso de um na posição em cada clube (explique sua resposta, seja de forma positiva ou negativa)?

– Verdade, se usa cada vez mais principalmente na Europa. Quando fui tive que me adaptar não só em armar, mas também em marcar muito. Me ajudou a crescer muito. O futebol moderno hoje já e mais difícil de um jogador sozinho desequilibrar e levar o time nas costas, hoje em dia estão dando muito valor na coletividade. Acredito que extinguir não, porém uma cobrança maior na parte tática vai ter, o que não tinha antes.

 

Foto: Santa Cruz F.C.

 

Como está sendo a experiência no mais querido? Deixe uma mensagem para os torcedores.

– Fala torcedor coral, estou confiante que esse ano vamos ter um ano vitorioso. Não vai faltar empenho e foco para alcançarmos os nosso objetivos juntos. Esperamos o apoio de vocês que são muito importante. Tamo junto!

 

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2 comentários em “Entrevista com o meia Arthur Rezende, do Santa Cruz

  • 29 de Janeiro de 2018 em 20:50
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    Essa é o meu bb.Amo muito 😍❤

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  • 29 de Janeiro de 2018 em 20:54
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    Essa é minha filha, esse é o MEU bb.😘❤😍

    Resposta

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